Comparado com estes senhores dos links ao lado, eu tenho um bloco de notas (e lápis) e eles têm um pda com câmara fotográfica super-vga, zoom 10x, usb, firewire, bluetooth, infravermelhos, GPS, disco de 200Gb e sei lá mais o quê!
Talvez por isso eu goste tanto de os ler. Especialmente o Frangos e os Marretas!
Leitura diária obrigatória :).
Aliás, acho que vou editar os meus links e colocar divisórias em termos de classificação de blogs...
terça-feira, abril 06, 2004
Blogvizinhança
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L'enfant Terrible
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23:31
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E viva o Sol!
Domingo de tarde fui à praia...
Ontem fui à praia...
Hoje não fui à praia porque acordei tarde demais, mas...
Amanhã vou à praia :).
Tenho de entregar o IRS :(
Mas o sol voltou e, por enquanto, é de graça... não digam nada ao Tortas nem à Azeda o Leite...
Ontem fui à praia...
Hoje não fui à praia porque acordei tarde demais, mas...
Amanhã vou à praia :).
Tenho de entregar o IRS :(
Mas o sol voltou e, por enquanto, é de graça... não digam nada ao Tortas nem à Azeda o Leite...
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L'enfant Terrible
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23:28
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sexta-feira, abril 02, 2004
Relato de uma descida ao Inferno
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L'enfant Terrible
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11:04
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quinta-feira, abril 01, 2004
O que faria...
Hoje vi uma cena pitoresca no trânsito citadino e tentei-me colocar no lugar de outra pessoa para tentar perceber se a minha reacção era a mesma (e, claro, foi).
Uma carrinha tinha um anúncio assim (se me lembro correctamente):
"Reparações de Pára hoques e Plá ti o" (Reparações de Pára Choques em Plástico, provavelmente).
Imediatamente me ri com a cena e pensei que os tempos estão mesmo maus, que as empresas nem têm dinheiro para comprar uma porcaria de umas letras autocolantes para corrigir aquele triste cenário. E a seguir pensei, se eu fosse outra pessoa, tivesse batido com o meu carro em algo e tivesse danificado o pára-choques e visse aquele anúncio, levaria lá o meu carro a arranjar?
...
Provavelmente não... é que se metessem no meu carro o mesmo cuidado que metem com a carrinha que levava este anúncio, provavelmente o pára-choques ficava bom, mas pintado de uma cor diferente da que tinha vindo de origem, ou sabe-se lá o que mais...
Uma carrinha tinha um anúncio assim (se me lembro correctamente):
"Reparações de Pára hoques e Plá ti o" (Reparações de Pára Choques em Plástico, provavelmente).
Imediatamente me ri com a cena e pensei que os tempos estão mesmo maus, que as empresas nem têm dinheiro para comprar uma porcaria de umas letras autocolantes para corrigir aquele triste cenário. E a seguir pensei, se eu fosse outra pessoa, tivesse batido com o meu carro em algo e tivesse danificado o pára-choques e visse aquele anúncio, levaria lá o meu carro a arranjar?
...
Provavelmente não... é que se metessem no meu carro o mesmo cuidado que metem com a carrinha que levava este anúncio, provavelmente o pára-choques ficava bom, mas pintado de uma cor diferente da que tinha vindo de origem, ou sabe-se lá o que mais...
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L'enfant Terrible
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22:29
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Hoje é dia das verdades para os Políticos!
Hoje é o único dia em que os políticos podem dizer toda a verdade e não serem levados a sério...
Que é como quem diz, com a verdade me enganas!
:P
Pois!
Que é como quem diz, com a verdade me enganas!
:P
Pois!
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L'enfant Terrible
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12:06
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domingo, março 28, 2004
Paragem de Autocarro II
Confirma-se! Há uma paragem de autocarro no Eixo N-S!!
Só isso explicava o facto de que, ontem, ter visto duas senhoras (em que uma parecia mãe da outra) com um bebé nos braços, na berma a seguir ao desvio para Sete Rios e um TIR Renault, amarelo (por acaso era bem bonito), tenha parado em plena faixa da direita junto às mesmas...
Sim, porque a alternativa seria o facto de aquelas duas senhoras não terem nada naquela cabeça para estarem ali com um bebé nos braços (à espera de algum acidente que lhes mostrasse o erro crasso que cometiam?) e o motorista do camião ser um perfeito idiota sem respeito nenhum pelos outros utentes da via e ter parado o seu "pequeno veículo" num local "ferpeitamente" inócuo conseguindo não estorvar ninguém (tenho de me deixar de sarcasmo). E eu não quero pensar que estas alternativas sejam reais...
E onde andavam os Subarus, BMW e restantes veículos da BT? Ah! O TIR não ia em excesso de velocidade...
No (more) comments...
Só isso explicava o facto de que, ontem, ter visto duas senhoras (em que uma parecia mãe da outra) com um bebé nos braços, na berma a seguir ao desvio para Sete Rios e um TIR Renault, amarelo (por acaso era bem bonito), tenha parado em plena faixa da direita junto às mesmas...
Sim, porque a alternativa seria o facto de aquelas duas senhoras não terem nada naquela cabeça para estarem ali com um bebé nos braços (à espera de algum acidente que lhes mostrasse o erro crasso que cometiam?) e o motorista do camião ser um perfeito idiota sem respeito nenhum pelos outros utentes da via e ter parado o seu "pequeno veículo" num local "ferpeitamente" inócuo conseguindo não estorvar ninguém (tenho de me deixar de sarcasmo). E eu não quero pensar que estas alternativas sejam reais...
E onde andavam os Subarus, BMW e restantes veículos da BT? Ah! O TIR não ia em excesso de velocidade...
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L'enfant Terrible
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22:42
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sábado, março 27, 2004
Amanhã é sempre outro dia!
5ª feira à noite. Vou a caminho do Bairro Alto com uma amiga minha. Passamos em frente a uma loja Select e estão três indivíduos num monólogo :P. Um deles podre de bêbado, os outros pareciam estar tocados, mas lúcidos. Quem é que se sai com esta frase insofismável:
"Amanhã é outro dia"
?
O podre de bêbado, claro!
Os outros resignaram-se, enquanto deviam pensar coisas como "Pois, se não fosse, era hoje!" ou "E ontem tb foi outro dia", e adiantaram "sempre".
"Amanhã é outro dia"
?
O podre de bêbado, claro!
Os outros resignaram-se, enquanto deviam pensar coisas como "Pois, se não fosse, era hoje!" ou "E ontem tb foi outro dia", e adiantaram "sempre".
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L'enfant Terrible
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09:42
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quinta-feira, março 25, 2004
Life
Hoje, a caminho do banho, veio-me uma citação à cabeça.
É em inglês, porque soa melhor em inglês. Desconheço se é de algum autor e a minha memória a foi (re)buscar agora, ou se a inventei no preciso momento em que metia o tapete de espuma no chão da casa de banho e abria o chuveiro...
If life's deadly serious, where does that leave death?
em Português fica algo como : Se a vida é séria de morte, então o que é que sobra para a (ou o que esperar da) morte?
Carpe diem!
É em inglês, porque soa melhor em inglês. Desconheço se é de algum autor e a minha memória a foi (re)buscar agora, ou se a inventei no preciso momento em que metia o tapete de espuma no chão da casa de banho e abria o chuveiro...
If life's deadly serious, where does that leave death?
em Português fica algo como : Se a vida é séria de morte, então o que é que sobra para a (ou o que esperar da) morte?
Carpe diem!
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L'enfant Terrible
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17:36
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Estamos a fazer tudo para prevenir o Terrorismo...
... dizia hoje, em frente a toda a AR, o nosso 1º!
Devo deduzir, então, que os nossos serviços de informação estão a receber melhores meios de detecção de ameaças terroristas, que as nossas forças de segurança estão a receber formação em evacuação rápida e eficaz de multidões, de detecção de indivíduos classificados como arruaceiros, de detecção e resolução de situações de ameaça iminente, que a protecção civil a ser treinada para lidar com situações como as dos fatídicos dias 11?
Não foi ainda no outro dia que vinha nas notícias que a polícia ainda nem sequer conhecia correctamente os estádios e que o projecto de detecção, com ajuda computorizada, de indivíduos tinha sofrido um corte brutal no orçamento porque era muito caro?
Terei eu, e os outros residentes no território nacional, evidências que comprovem a palavra do Cherne Ministro que me (nos) faça(m) sentir mais seguro(s)?
Não me parece...
Devo deduzir, então, que os nossos serviços de informação estão a receber melhores meios de detecção de ameaças terroristas, que as nossas forças de segurança estão a receber formação em evacuação rápida e eficaz de multidões, de detecção de indivíduos classificados como arruaceiros, de detecção e resolução de situações de ameaça iminente, que a protecção civil a ser treinada para lidar com situações como as dos fatídicos dias 11?
Não foi ainda no outro dia que vinha nas notícias que a polícia ainda nem sequer conhecia correctamente os estádios e que o projecto de detecção, com ajuda computorizada, de indivíduos tinha sofrido um corte brutal no orçamento porque era muito caro?
Terei eu, e os outros residentes no território nacional, evidências que comprovem a palavra do Cherne Ministro que me (nos) faça(m) sentir mais seguro(s)?
Não me parece...
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L'enfant Terrible
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17:12
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sábado, março 20, 2004
Mãe há só uma... e chega :)
Estava a fazer zapping e parei no canal Holywood. Estava a dar um filme sobre a segunda grande guerra (WWII), se não me engano. E parei para tentar perceber a história do mesmo. Estava a achar o filme uma seca, mas deu para perceber que o filme fala sobre amor em tempo de guerra.
É a história de um rapaz que se alista no exército, mas que se apaixona por uma rapariga que é muda (embora ele não saiba) e com quem começa a trocar cartas depois de ter apanhado o diário dela, que ela deixou cair, após lhe ter enviado o mesmo para casa.
A questão é que a mãe da rapariga, como todas as "boas" mães, resolve meter-se no meio da relação e tenta a todo o custo proteger a filha do mundo, não percebendo que primeiro deveria proteger a filha dos seus próprios (mãe) preconceitos. Abre-lhe as cartas, tenta impedi-la de se comunicar com o soldado, the works...
Isto fez-me pensar que, invariavelmente, as mães não conseguem evitar estes comportamentos e que isto tem sido uma constante em toda a história humana e serão certamente no futuro que se avizinha. Não interessa que idade têm os/as filhos/filhas! Para elas estes nunca estão prontos para enfrentarem os desafios do mundo e, portanto, é o "dever" delas protegê-los do mundo, nem que seja impedi-los de fazer seja o que for.
Arriscaria dizer que, nos primórdios da civilização humana, quando o Homo se tornou Erectus e começou a falar, houve um diálogo muito semelhante a este (*):
Mãe - Ó filha, não vês que ele não é certo para ti? Não o deves ver mais. Ele vai-te fazer sofrer!
Filha - Mas mãe, eu amo-o!
Mãe - Mas, filha, ele é um troglodita!!
(duh!) ;)
(*) traduzido do dialecto "grunhês" que era o dialecto usado na idade da pedra :).
É a história de um rapaz que se alista no exército, mas que se apaixona por uma rapariga que é muda (embora ele não saiba) e com quem começa a trocar cartas depois de ter apanhado o diário dela, que ela deixou cair, após lhe ter enviado o mesmo para casa.
A questão é que a mãe da rapariga, como todas as "boas" mães, resolve meter-se no meio da relação e tenta a todo o custo proteger a filha do mundo, não percebendo que primeiro deveria proteger a filha dos seus próprios (mãe) preconceitos. Abre-lhe as cartas, tenta impedi-la de se comunicar com o soldado, the works...
Isto fez-me pensar que, invariavelmente, as mães não conseguem evitar estes comportamentos e que isto tem sido uma constante em toda a história humana e serão certamente no futuro que se avizinha. Não interessa que idade têm os/as filhos/filhas! Para elas estes nunca estão prontos para enfrentarem os desafios do mundo e, portanto, é o "dever" delas protegê-los do mundo, nem que seja impedi-los de fazer seja o que for.
Arriscaria dizer que, nos primórdios da civilização humana, quando o Homo se tornou Erectus e começou a falar, houve um diálogo muito semelhante a este (*):
Mãe - Ó filha, não vês que ele não é certo para ti? Não o deves ver mais. Ele vai-te fazer sofrer!
Filha - Mas mãe, eu amo-o!
Mãe - Mas, filha, ele é um troglodita!!
(duh!) ;)
(*) traduzido do dialecto "grunhês" que era o dialecto usado na idade da pedra :).
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L'enfant Terrible
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04:05
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