Armas com chips que só disparam com o seu "dono", scanners que mostram quem tem as mãos sujas, tecnologias de reconhecimento de "pensamentos"... estão já aí!
Segundo a Exame Informática estas três tecnologias começam agora a dar os seus passos no mundo, como o conhecemos (sim, porque há outros).
A NASA está a trabalhar num sistema que, através de um software específico e dois sensores colocados junto à maça de adão - huuum, será que não testaram nas mulheres? :c) - permite, em 92% dos casos testados, traduzir os impulsos nervosos enviados do cérebro para a garganta, aquando da tentativa de fala. Esta tecnologia será bastante útil a mudos e outras pessoas com problemas de fala, a ventríloquos, fala-baratos e políticos que adorem ouvir o som da sua voz, como o Paulo Tortas! Imagino o que será um ventríloquo enganar-se num espetáculo e pensar "merda, não era isto" :) ou o Tortas ligar-se a 4 ou 5 dispositivos destes para toda a gente o ouvir melhor! E prevejo que dentro de 5 a 10 anos as empresas de telemóveis tenham estes dispositivos a funcionar via wireless :c).
Quanto aos scanners, estes dispositivos emitem uma luz azul que mostra quem tem as mãos sujas e em que zona das mãos. Desta forma os empregados de hotelaria e o pessoal de saúde terá um poderoso auxiliar no combate aos germes. É pena é a luz azul ainda não eliminar os germes por ela própria... isso sim, seria um maravilhoso avanço. E poderia utilizar uma luz vermelha enquanto limpasse os germes e uma verde, no final, para assinalar quando estes estivessem mortinhos da silva :).
Saving the best for last...
Duas empresas, a FN Corporation e a VeriChip (este nome dá aso a trocadilhos giros) conceberam um chip que se coloca no dedo do gatilho e que assim evita que quem não for o dono da arma a possa utilizar. Os polícias e os militares, de acordo com a revista, são os potenciais utilizadores desta tecnologia. Eu diria mais! Diria que as forças de segurança serão os únicos, pelo menos, enquanto os hackers não encontrarem uma forma de "limparem" o chip para que os criminosos as possam "reciclar".
Em relação aos militares, são outros 500! Tenho uma firme convicção de que tudo o que é tecnologia de "inovação mundial" já é do domínio corriqueiro militar há pelo menos 5 ou mais anos. Tudo o que é tecnologia que permite uma vantagem estratégica em combate (físico ou de Inteligentzia) é prontamente "sonegado" para o domínio militar, desenvolvido ao extremo, e restringido o acesso apenas aos militares enquanto essa vantagem for latente. Apenas é divulgada para o público em geral (o tal mundo como o conhecemos) quando a tecnologia já não é uma vantagem clara e as empresas voltam-se então para os ávidos de tecnologia, para tentarem manter as suas receitas durante mais alguns anos.
Ora sendo assim não compreendo então porque é que os militares não fazem já uso desta tecnologia. De certeza que, por exemplo os americanos sitiados no iraque, utilizando-a iriam dificultar a utilização de armas roubadas. Ou as vantagens não são assim tão claras em relação às desvantagens (pois, da mesma forma, um colega de um companheiro caído não poderá fazer uso da arma desse companheiro), ou então estou a assistir a uma raridade, que é a de duas empresas conseguirem furar o lobby da indústria do armamento - eu acredito mais na primeira. Uma vantagem, clara, seria a obrigação de todas as empresas de armamento incluírem nos gatilhos das suas armas tecnologia deste género (chips e/ou biometria) de forma a que todas as armas que viessem para o mercado tivessem esta (verdadeira) medida de segurança (se bem que falar em segurança aliado ao armamento é um conceito algo dúbio - é como falar-se em nirvana e em nitroglicerina :cP).
segunda-feira, maio 31, 2004
O Futuro já está aí!
Publicada por
L'enfant Terrible
às
12:50
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
Desenrascanso is a Portuguese word...
Todos os dias recebo dezenas de emails de qualidade duvidosa. Muitos deles são repetidos, que vêm de 3 ou 4 amigos diferentes e outros fazem-me pensar porque é que as pessoas se dão ao trabalho (especialmente Chain-letters)! Mas de vez em quando chegam umas pérolas como o texto de Portugal visto pelo Pravda e, agora, este sobre o "Nacional Desenrascanso" (ND). Não sei quem são os estudiosos que são referidos no email que colocam em causa a instituição que o ND se tornou, mas eles não devem morar no Portugal que eu conheço! Que ele exista noutros países, é normal, mas duvido que seja tão utilizado como neste cantinho à beira-mar plantado :B.
Desenrascanço (loosely translatable as "disentanglement") is a Portuguese word used, in common language, to express an ability to solve a problem without having the knowledge or the adequate tools to do so, by use of imaginative resources or by applying knowledge to new situations. Achieved when resulting in a hypothetical good-enough solution. When that good solution doesn't occur we got a failure (enrascanço - entanglement). It is taught, more or less, informally in some Portuguese institutions, such as universities, navy or army. Portuguese people, strongly believe it to be one of the their most valued virtues and a living part of their culture. Desenrascanço, in fact, is the opposite of planning, but managing for the problem not becoming completely out of control and without solution.
However, some critics disagree with the association of the concept of desenrascanço with the mainstream Portuguese culture. They argue that desenrascanço is just a minor feature of some portuguese subcultures confined to some non-representative groups and to the end of the 20th century. Critics point out that in the last 30 years the education and culture of the portuguese people improved considerably and that the importance of desenrascanço is declining. Sometimes, the concept is related by some to the discoveries period or to student activities in the 15th century. But sceptics doubt there is any substantial prove of that relation. Critics also argue that there are other sub-cultures in other countries with equivalent concepts and that desenrascanço is not an exclusive of the Portuguese culture.
:c)
Desenrascanço (loosely translatable as "disentanglement") is a Portuguese word used, in common language, to express an ability to solve a problem without having the knowledge or the adequate tools to do so, by use of imaginative resources or by applying knowledge to new situations. Achieved when resulting in a hypothetical good-enough solution. When that good solution doesn't occur we got a failure (enrascanço - entanglement). It is taught, more or less, informally in some Portuguese institutions, such as universities, navy or army. Portuguese people, strongly believe it to be one of the their most valued virtues and a living part of their culture. Desenrascanço, in fact, is the opposite of planning, but managing for the problem not becoming completely out of control and without solution.
However, some critics disagree with the association of the concept of desenrascanço with the mainstream Portuguese culture. They argue that desenrascanço is just a minor feature of some portuguese subcultures confined to some non-representative groups and to the end of the 20th century. Critics point out that in the last 30 years the education and culture of the portuguese people improved considerably and that the importance of desenrascanço is declining. Sometimes, the concept is related by some to the discoveries period or to student activities in the 15th century. But sceptics doubt there is any substantial prove of that relation. Critics also argue that there are other sub-cultures in other countries with equivalent concepts and that desenrascanço is not an exclusive of the Portuguese culture.
:c)
Publicada por
L'enfant Terrible
às
12:17
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
sexta-feira, maio 28, 2004
Tróia (ou Aquiles, o bruto)
Fui ver o filme enquanto o Porto se tornou campeão europeu!
É o estilo de filme que gosto de ver no grande ecrã! De proporções (e orçamento) épicas e original qb.
Mas tenho algumas críticas a fazer... Aquiles, para um herói, está um bocado embrutecido demais. Sinceramente isso agradou-me porque, sendo o Pão das Pitas (trocadilho de humor inglês com Brad Pitt), estava à espera de um herói de ofuscar o sol. Mas isso não aconteceu e foi bom. Mas, em certas alturas, achei-o demasiado sádico e bruto. A mensagem que tentam passar é quase que demasiado simplista... ele não reconhece a autoridade do Rei grego, mas não se explica porquê. Não se explica (no meu entender as tentativas são tb demasiado simplistas) aquela sua ambição pela glória... Mas depois há momentos bem conseguidos de volta da personagem e que safam um pouco a falta de explicativa à volta dele.
Agora a cena da morte... oh meuze amiguze... não habia nexexidadezeze... aquilo dá impressão que acabaram o filme e fizeram como os gajos da pub do totoloto (palmada na testa) - quase que nos esquecíamos de matar o gajo! E pronto, em 5 minutos "cozinharam" a morte do "artista".
Eh :cP
É o estilo de filme que gosto de ver no grande ecrã! De proporções (e orçamento) épicas e original qb.
Mas tenho algumas críticas a fazer... Aquiles, para um herói, está um bocado embrutecido demais. Sinceramente isso agradou-me porque, sendo o Pão das Pitas (trocadilho de humor inglês com Brad Pitt), estava à espera de um herói de ofuscar o sol. Mas isso não aconteceu e foi bom. Mas, em certas alturas, achei-o demasiado sádico e bruto. A mensagem que tentam passar é quase que demasiado simplista... ele não reconhece a autoridade do Rei grego, mas não se explica porquê. Não se explica (no meu entender as tentativas são tb demasiado simplistas) aquela sua ambição pela glória... Mas depois há momentos bem conseguidos de volta da personagem e que safam um pouco a falta de explicativa à volta dele.
Agora a cena da morte... oh meuze amiguze... não habia nexexidadezeze... aquilo dá impressão que acabaram o filme e fizeram como os gajos da pub do totoloto (palmada na testa) - quase que nos esquecíamos de matar o gajo! E pronto, em 5 minutos "cozinharam" a morte do "artista".
Eh :cP
Publicada por
L'enfant Terrible
às
23:43
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
Curiosidades...
Quando estiver farto do Google em PT, posso escolher uma outra "língua" como Hacker, Elmer Fud, ou o mais popular Klingon :)
É só clicar aqui!
:cD
É só clicar aqui!
:cD
Publicada por
L'enfant Terrible
às
21:38
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
Nunca digas nunca...
Nunca,
é muito tempo...
Nunca
matei ninguém,
mas também,
nunca,
ninguém,
matou alguém
que eu conheça.
Nunca
roubei alguém,
mas também,
nunca
passei fome.
Nunca
fiquei sem casa,
mas também,
nunca
passei pela miséria.
Nunca passei sede,
Nunca passei por privações,
Nunca pesquei um peixe, nem com rede!
Nem nunca fui aplaudido por multidões.
Nunca saltei
de um precipício para o mar,
tal como nunca me afoguei,
nem de bungee quis saltar!
Que direito então,
tenho de encher o peito de ar,
para dizer tal palavrão,
como Nunca, nunca, nunca...
sem ser a brincar?
Nunca é muito tempo,
e o tempo,
esse,
é um brincalhão.
Brinca com as memórias,
troca-nos as histórias
e no que hoje dissemos sim,
amanhã dizemos que não!
NP28052004
é muito tempo...
Nunca
matei ninguém,
mas também,
nunca,
ninguém,
matou alguém
que eu conheça.
Nunca
roubei alguém,
mas também,
nunca
passei fome.
Nunca
fiquei sem casa,
mas também,
nunca
passei pela miséria.
Nunca passei sede,
Nunca passei por privações,
Nunca pesquei um peixe, nem com rede!
Nem nunca fui aplaudido por multidões.
Nunca saltei
de um precipício para o mar,
tal como nunca me afoguei,
nem de bungee quis saltar!
Que direito então,
tenho de encher o peito de ar,
para dizer tal palavrão,
como Nunca, nunca, nunca...
sem ser a brincar?
Nunca é muito tempo,
e o tempo,
esse,
é um brincalhão.
Brinca com as memórias,
troca-nos as histórias
e no que hoje dissemos sim,
amanhã dizemos que não!
NP28052004
Publicada por
L'enfant Terrible
às
19:48
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
Já me esquecia! Parabéns ao Porto
PORTOgal é campeão europeu!
Duplos parabéns! Triplos!
Parabéns pela vitória!
Parabéns por elevarem o futebol português aos píncaros mundiais!
E parabéns porque é certo,certinho, que o Mourinho não fica cá! Eu, que sou conven... er... confiante, ao pé do gajo sou humilde! E viva o Chelsea!
:)
Poooorto!
(o meu SCP contenta-se com o Queiroz :(... fonix)
Duplos parabéns! Triplos!
Parabéns pela vitória!
Parabéns por elevarem o futebol português aos píncaros mundiais!
E parabéns porque é certo,certinho, que o Mourinho não fica cá! Eu, que sou conven... er... confiante, ao pé do gajo sou humilde! E viva o Chelsea!
:)
Poooorto!
(o meu SCP contenta-se com o Queiroz :(... fonix)
Publicada por
L'enfant Terrible
às
01:02
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
(sem) Tempo
O Tempo,
perguntou ao Tempo,
quanto tempo o Tempo tem!
O Tempo,
respondeu ao Tempo,
que tem tanto tempo quanto o Tempo, tempo tem!
(autor desconhecido)
perguntou ao Tempo,
quanto tempo o Tempo tem!
O Tempo,
respondeu ao Tempo,
que tem tanto tempo quanto o Tempo, tempo tem!
(autor desconhecido)
Publicada por
L'enfant Terrible
às
00:48
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
domingo, maio 23, 2004
Sobre o casamento de Letícia e Felipe!
Compreendo alguma da histeria que se faça à volta de algum evento sobre a realeza, nomeadamente neste caso sobre o casamento real espanhol! Afinal quem não gostaria de ser um príncipe ou uma princesa e viver uma história de conto de fadas ou digna de se fazer um filme?
Mas depois sou assolado pela realidade e lembro-me que na época medieval, a época dos reis e raínhas, a nobreza não era escolhida pelo povo e o título de rei era passado de pai para filho, como se o simples facto de se nascer com dinheiro fizesse de alguém uma pessoa melhor em termos de carácter, inteligência, presença de espírito, sentido de justiça e outros elementos necessários e imprescindíveis a quem se quer que seja um líder de um povo. A única altura em que o povo tinha algum poder era quando havia uma revolução e se matavam uns quantos nobres e às vezes alguns reis e/ou raínhas! Senão, tinha de se aguentar à bronca até que o/a rei/raínha batesse a bota ou fosse assassinado/a!
Lembro-me também que as intrigas de corredor e os jogos de interesses, culminavam muitas vezes com o assassínio ou exílio de alguém! Por muito que me apeteça exilar o Tortas para o meio dos Zulus ou dos bosquímanes, sei que como alguém civilizado devo aprender a viver com as suas opiniões... Lembro-me ainda que o povo muitas vezes vivia oprimido e sem condições e era tratado nitidamente como carne para canhão, como lacaios cujo único propósito era servir a "nobreza". A sua única safa era ganharem dinheiro (sem colocar em causa os métodos), muito, irem para o exército, ou irem para o clero e, teoricamente, abandonarem a vida mundana (o sexo, pois claro). Que os casamentos entre nobres eram "arranjados" pelos pais e que, acima de tudo, era a aparência que mais contava. Mesmo que esta fosse maioritariamente artificial.
Mas, claro, para o cidadão normal, o zé povinho de vistas curtas e memória selectiva, é mais fácil pensar no Príncipe Felipe como um cavaleiro andante, qual Rei Artur com sangue de D. Quixote, e em Letícia como a camponesa, a gata borralheira, que foi salva pelos braços do seu amado príncipe de ter de levar uma vida de escravidão. Só assim se compreende a histeria que passa pelas imprensa e televisão!
Felizmente há alguns exemplos de que as coisas estão a mudar! Alguns "earth-shatering events" que nos levam, lentamente, a abrir os olhos e olharem para esta gente como gente que são e não pelos supostos títulos "nobres" que têm. A princesa rebelde, Stefanie do Mónaco, é um exemplo claro disso e muitos dos cabelos brancos que Rainier tem devem-se certamente às "travessuras" (como de certo serão chamadas no principado do Mónaco) desta princesa com pêlo na venta. A morte de Diana (não que seja um evento feliz) também veio lançar muitas dúvidas sobre se de facto a vida dos príncipes é assim tão perfeita quanto se julga, ou se é apenas fabricada para parecer perfeita! E, felizmente, alguns dos jovens príncipes europeus vão-se dedicando mais às tarefas humanas e menos às aristocratas.
Até lá, até à completa integração da "nobreza" na sociedade moderna, vou agradecendo à TV por cabo, à internet, às revistas masculinas e à minha saúde física e mental o fornecerem-me a capacidade de me abstrair de toda esta espiral de euforia sem sentido!
Mas depois sou assolado pela realidade e lembro-me que na época medieval, a época dos reis e raínhas, a nobreza não era escolhida pelo povo e o título de rei era passado de pai para filho, como se o simples facto de se nascer com dinheiro fizesse de alguém uma pessoa melhor em termos de carácter, inteligência, presença de espírito, sentido de justiça e outros elementos necessários e imprescindíveis a quem se quer que seja um líder de um povo. A única altura em que o povo tinha algum poder era quando havia uma revolução e se matavam uns quantos nobres e às vezes alguns reis e/ou raínhas! Senão, tinha de se aguentar à bronca até que o/a rei/raínha batesse a bota ou fosse assassinado/a!
Lembro-me também que as intrigas de corredor e os jogos de interesses, culminavam muitas vezes com o assassínio ou exílio de alguém! Por muito que me apeteça exilar o Tortas para o meio dos Zulus ou dos bosquímanes, sei que como alguém civilizado devo aprender a viver com as suas opiniões... Lembro-me ainda que o povo muitas vezes vivia oprimido e sem condições e era tratado nitidamente como carne para canhão, como lacaios cujo único propósito era servir a "nobreza". A sua única safa era ganharem dinheiro (sem colocar em causa os métodos), muito, irem para o exército, ou irem para o clero e, teoricamente, abandonarem a vida mundana (o sexo, pois claro). Que os casamentos entre nobres eram "arranjados" pelos pais e que, acima de tudo, era a aparência que mais contava. Mesmo que esta fosse maioritariamente artificial.
Mas, claro, para o cidadão normal, o zé povinho de vistas curtas e memória selectiva, é mais fácil pensar no Príncipe Felipe como um cavaleiro andante, qual Rei Artur com sangue de D. Quixote, e em Letícia como a camponesa, a gata borralheira, que foi salva pelos braços do seu amado príncipe de ter de levar uma vida de escravidão. Só assim se compreende a histeria que passa pelas imprensa e televisão!
Felizmente há alguns exemplos de que as coisas estão a mudar! Alguns "earth-shatering events" que nos levam, lentamente, a abrir os olhos e olharem para esta gente como gente que são e não pelos supostos títulos "nobres" que têm. A princesa rebelde, Stefanie do Mónaco, é um exemplo claro disso e muitos dos cabelos brancos que Rainier tem devem-se certamente às "travessuras" (como de certo serão chamadas no principado do Mónaco) desta princesa com pêlo na venta. A morte de Diana (não que seja um evento feliz) também veio lançar muitas dúvidas sobre se de facto a vida dos príncipes é assim tão perfeita quanto se julga, ou se é apenas fabricada para parecer perfeita! E, felizmente, alguns dos jovens príncipes europeus vão-se dedicando mais às tarefas humanas e menos às aristocratas.
Até lá, até à completa integração da "nobreza" na sociedade moderna, vou agradecendo à TV por cabo, à internet, às revistas masculinas e à minha saúde física e mental o fornecerem-me a capacidade de me abstrair de toda esta espiral de euforia sem sentido!
Publicada por
L'enfant Terrible
às
23:54
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
Já me esquecia de ver o gato fedorento!
Não vi tudo, quando comecei a ver já ia no fim do sketch do homem que ficou com duas pessoas para repetirem o final das suas frases! "Isto é que é prestígio" :).
Adorei o episódio da casa que tinha ursos. Golpe de génio estes malandros :): "Mas olhe que a casa tem placa"; "Pois, mas tem ursos!".
Já para não falar da mensagem do PM!
:):
Adorei o episódio da casa que tinha ursos. Golpe de génio estes malandros :): "Mas olhe que a casa tem placa"; "Pois, mas tem ursos!".
Já para não falar da mensagem do PM!
:):
Publicada por
L'enfant Terrible
às
17:39
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
sábado, maio 22, 2004
Pirralha
A minha sobrinha já anda (sozinha) e agora é vê-la mandar grandes espalhos sempre que se entusiasma e começa a correr, pois ainda não aprendeu a travar :)!
Em termos evolutivos os primeiros anos dos seres humanos são bastante mais interessantes que o resto das suas vidas. Não trocava estas pequenas-grandes conquistas dela pelo Nóbel do Saramago e/ou do Egas Moniz!
Em termos evolutivos os primeiros anos dos seres humanos são bastante mais interessantes que o resto das suas vidas. Não trocava estas pequenas-grandes conquistas dela pelo Nóbel do Saramago e/ou do Egas Moniz!
Publicada por
L'enfant Terrible
às
09:46
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
| Reacções: |
Subscrever:
Mensagens (Atom)