CUIDADO - ASSALTOS!!!!
MUITO CUIDADO com esta armadilha!
Isto é um aviso para os condutores masculinos mais distraídos.
Duas meninas croatas, andam a assaltar os condutores que param nos semáforos a entrada da Amadora. A primeira (com umas mamas impressionantes) e um top de tamanho reduzido, aproxima-se do carro oferecendo-se para limpar o pára-brisas. Enquanto limpa, apresenta outra amiga que é ainda melhor.
Com a desculpa de que gostam muito de ti, pedem para entrar no carro, para irem a um local mais reservado para "intimar". Enquanto uma começa a praticar um incrível sexo oral, a outra aproveita que estás distraído para ir roubando tudo o que tenhas no porta-luvas e em cima dos assentos.
CUIDADO! São muito perigosas e estão muito bem organizadas. A mim roubaram-me seis vezes na semana passada, mais uma vez no sábado, outras três no domingo. Hoje ainda não me roubaram porque não as encontrei...
( ao autor desconhecido deste texto, os meus parabéns :))
quinta-feira, junho 08, 2006
terça-feira, junho 06, 2006
Sexo na Cidade
O Cabrão.
Qual a diferença entre um cabrão e um Garanhão? Não é uma, mas várias...
Quando um garanhão dá em cima de uma mulher e esta (sem ainda ter ido para a cama com ele), lhe diz que está apaixonada por ele e quer casar (indo virgem para o casamento - mesmo que não o seja) e que ele seja o pai dos filhos dela... bem... digamos que nem o Speedy Gonzalez se poria dali para fora em tão pouco tempo! Viram os fura-casamentos, o filme? A filha mais nova do governador e o Vince Vaughn?? Pois, é mais ou menos essa a reacção dele...
Já o cabrão não! O Sr. Cabrão é o gajo que tem prazer em continuar a relação só para ver se, até à hora do casamento, lhe consegue baixar a queca e saltar-lhe em cima para depois a abandonar no altar. Aliás, se isso não acontecer, o cabrão é homem para telefonar, ou chegar à igreja e dizer que já não se quer casar, que tem muitas dúvidas para, na ressaca do momento e em privado com a noiva, lhe explicar que não tem a certeza se ela o ama, porque nunca fizeram amor e que ela ama mais a crença dela do que o ama a ele. O Kabrão é o Karpov e o Kasparov do xadrez das relações humanas. Qualquer jogada "maléfica" que engendrem para levar uma mulher a abrir as pernas, já foi pensada e/ou executada por algum cabrão em alguma parte do mundo. Porque o homem é um mestre e nunca perde a calma e a concentração, sendo sinceramente muito difícil para qualquer mulher saber que está na presença de um cabrão, excepto se lhe preparar algumas armadilhas bem engendradas.
O cabrão, ao contrário do garanhão, pode perder algumas oportunidades magníficas de colocar mais um risco na parede, bastando para isso que tenha alguma dúvida na forma como tudo se vai processar ou se acontecer algum imprevisto durante o plano que ele traçou.
Mas, meus amigos e amigas, o cabrão não é o gajo frio e calculista, clone do KGB. Pelo contrário o cabrão poderá ser qualquer personagem que imaginem, um cowboy estouvado, um 007, um ratinho de biblioteca recatado... ele é, de entre os homens que mais afrontas criam às mulheres, o que mais se diverte exactamente porque, enquanto para o garanhão o falatório de engate é um meio para um fim, para o confidente é uma cruz, para o "amigo-irmão" (o tal que nunca as há de levar para a cama) uma constatação do impossível, para ele é um fim nele próprio, uma etapa para a final que tem de ser não só vencida, mas convencida e ultrapassada com distinção.
O Cabrão é o natural born... ele não é um mero gestor, ele é um PCA (Presidente do Conselho de Administração). Ele é um executivo brilhante, CFO, TME, etc, etc...
Por isso, minhas meninas, vocês estão preocupadas com os garanhões? Não estejam... os cabrões são os que vos levam a jantar, encantadas da vida e vos conseguem deixar delirantes por serem vocês a ementa :).
Por isso, meus meninos, se nunca na vida se tornaram cabrões, experimentem porque, ao contrário das drogas é uma experiência enriquecedora... o cabrão é decididamente de todos os exemplos falados anteriormente o que mais percebe de mulheres, na versão do anti-cristo. Ele adora-as, ele compreende-as, mas acima de tudo gosta de jogar com elas. Viram o filme o que é que as mulheres querem? Então percebem a diferença entre um mero Garanhão (Mel Gibson no princípio) para um Cabrão no verdadeiro sentido quando ele ganha aqueles poderes e começa a fazer das mulheres o que quer! Conseguem-se imaginar no papel dele? Pois é, também me parecia que compreendiam. Mas, ao contrário dos filmes, o cabrão tem de se esforçar para ler os sinais dela e assim conseguir colocar a jogada certa no momento certo. Como em tudo, na vida real é muito mais difícil :).
Acima destes Senhores, sim, com S grande porque são definitivamente uma referência no mundo masculino, só os Amantes. Os Rodolfo Valentino, os Casanova... Mas isso fica para um outro post. Se o Cabrão é o PCA o Casanova é o grande accionista, o tal que detem 50,5% da empresa e o único com poder para correr com o PCA...
Qual a diferença entre um cabrão e um Garanhão? Não é uma, mas várias...
Quando um garanhão dá em cima de uma mulher e esta (sem ainda ter ido para a cama com ele), lhe diz que está apaixonada por ele e quer casar (indo virgem para o casamento - mesmo que não o seja) e que ele seja o pai dos filhos dela... bem... digamos que nem o Speedy Gonzalez se poria dali para fora em tão pouco tempo! Viram os fura-casamentos, o filme? A filha mais nova do governador e o Vince Vaughn?? Pois, é mais ou menos essa a reacção dele...
Já o cabrão não! O Sr. Cabrão é o gajo que tem prazer em continuar a relação só para ver se, até à hora do casamento, lhe consegue baixar a queca e saltar-lhe em cima para depois a abandonar no altar. Aliás, se isso não acontecer, o cabrão é homem para telefonar, ou chegar à igreja e dizer que já não se quer casar, que tem muitas dúvidas para, na ressaca do momento e em privado com a noiva, lhe explicar que não tem a certeza se ela o ama, porque nunca fizeram amor e que ela ama mais a crença dela do que o ama a ele. O Kabrão é o Karpov e o Kasparov do xadrez das relações humanas. Qualquer jogada "maléfica" que engendrem para levar uma mulher a abrir as pernas, já foi pensada e/ou executada por algum cabrão em alguma parte do mundo. Porque o homem é um mestre e nunca perde a calma e a concentração, sendo sinceramente muito difícil para qualquer mulher saber que está na presença de um cabrão, excepto se lhe preparar algumas armadilhas bem engendradas.
O cabrão, ao contrário do garanhão, pode perder algumas oportunidades magníficas de colocar mais um risco na parede, bastando para isso que tenha alguma dúvida na forma como tudo se vai processar ou se acontecer algum imprevisto durante o plano que ele traçou.
Mas, meus amigos e amigas, o cabrão não é o gajo frio e calculista, clone do KGB. Pelo contrário o cabrão poderá ser qualquer personagem que imaginem, um cowboy estouvado, um 007, um ratinho de biblioteca recatado... ele é, de entre os homens que mais afrontas criam às mulheres, o que mais se diverte exactamente porque, enquanto para o garanhão o falatório de engate é um meio para um fim, para o confidente é uma cruz, para o "amigo-irmão" (o tal que nunca as há de levar para a cama) uma constatação do impossível, para ele é um fim nele próprio, uma etapa para a final que tem de ser não só vencida, mas convencida e ultrapassada com distinção.
O Cabrão é o natural born... ele não é um mero gestor, ele é um PCA (Presidente do Conselho de Administração). Ele é um executivo brilhante, CFO, TME, etc, etc...
Por isso, minhas meninas, vocês estão preocupadas com os garanhões? Não estejam... os cabrões são os que vos levam a jantar, encantadas da vida e vos conseguem deixar delirantes por serem vocês a ementa :).
Por isso, meus meninos, se nunca na vida se tornaram cabrões, experimentem porque, ao contrário das drogas é uma experiência enriquecedora... o cabrão é decididamente de todos os exemplos falados anteriormente o que mais percebe de mulheres, na versão do anti-cristo. Ele adora-as, ele compreende-as, mas acima de tudo gosta de jogar com elas. Viram o filme o que é que as mulheres querem? Então percebem a diferença entre um mero Garanhão (Mel Gibson no princípio) para um Cabrão no verdadeiro sentido quando ele ganha aqueles poderes e começa a fazer das mulheres o que quer! Conseguem-se imaginar no papel dele? Pois é, também me parecia que compreendiam. Mas, ao contrário dos filmes, o cabrão tem de se esforçar para ler os sinais dela e assim conseguir colocar a jogada certa no momento certo. Como em tudo, na vida real é muito mais difícil :).
Acima destes Senhores, sim, com S grande porque são definitivamente uma referência no mundo masculino, só os Amantes. Os Rodolfo Valentino, os Casanova... Mas isso fica para um outro post. Se o Cabrão é o PCA o Casanova é o grande accionista, o tal que detem 50,5% da empresa e o único com poder para correr com o PCA...
domingo, junho 04, 2006
Capítulo II
Ora, cá estou eu novamente... entretanto, já tinha havido uma "resposta" ao post abaixo, por parte da moça do Destak. Digo "resposta" porque ela ignorou tudo o que disse, e pegou apenas num aspecto, que até era tangencial. Mas, enfim, não interessa.
Depois, enviei uma outra resposta, que agora segue abaixo. A esta ainda não tive resposta :)
--
Olá, Sofia.
Seguem os comentários à sua coluna. Antes de mais... mea culpa. Desde que enviei o mail anterior, tenho dito para mim mesmo "Tenho que encontrar o Destak, e ver se o meu mail vai ter direito a resposta". Sim, um tipo fica curioso, claro :)
Infelizmente, não tenho tido oportunidade. O que é uma desculpa esfarrapada, claro, ainda para mais se pensarmos que se trata de um jornal de distribuição gratuita, que se encontra em quase toda a parte.
Portanto, aqui fica um pedido de desculpas pela negligência da minha parte... e um "muito obrigado" ao Paulo Miguel por me ter enviado o artigo.
> Vou dar eco a uma pergunta chegada por e-mail
> e que foi formulada por um leitor: «se os homens
> são todos iguais, porque é que as
> mulheres são tão esquisitas a escolher?»
> Perante isto, avanço a teoria dos três simples.
> Se um homem está para uma mulher como um
>senhor preocupado, um macho democrático na
> divisão das tarefas no lar e interessado em montras..
>eles não são muito diferentes; Mas se o homem
>está para uma mulher que lhe dá sexo
> todas as noites, com o mesmo empenho e mesma
>devoção, que surpreende com prendinhas românticas
> e brinquedos sexuais...aí já são um pouco
> mais distintos.
Mais uma vez, não vejo uma grande relevância dada ao papel da mulher nesta dinâmica dupla sexual - percebi mal, ou é suposto as prendinhas e brinquedos fluírem apenas num sentido? Além disso, a utilização de "surpreende" não deixa antever uma participação muito activa da mulher no processo de selecção dos referidos itens, o que se me afigura como um desperdício. Repito o que disse da última vez - quero uma mulher que satisfaça as minhas fantasias, mas que também seja capaz de me relevar as dela, para que eu retribua.
> Nunca ouvi nenhuma amiga dizer que
> os homens são semelhantes quando são
> sexualmente solícitos. Sempre que
> atrasam as contas dos fluidos
> mais do que uma semana...
> elas não dizem ainda que eles são
> iguais, dizem que elas estão gordas.
> Agora, as mulheres são bem capazes
> de se sentar à mesa do café e
> comentar: «Ele adormece com a televisão
> ligada, a roupa espalhada, não sabe
> estrelar um ovo e deixa a camisa com
> dois vincos:» Aí, alguém vitoriosamente
> grita: «são todos iguais!»
Ou seja, desde que as quecas estejam em dia, para a mulher está tudo bem. É uma visão... surpreendente, no mínimo. Até porque isso implicaria que o sexo seria, para a mulher, o aspecto mais importante da relação. A mulher, essa criatura que acusa rotineiramente o homem de ser um obcecado por sexo, e de não pensar em mais nada :)
Enfim, por algum motivo nos queixamos de não vos compreendermos. Se calhar tem sido esse o nosso erro - nós não temos nada que vos tentar compreender; temos é que vos saltar em cima, "e mai nada"! Tudo o resto é para esquecer! Não posso deixar de admitir que, como receita de sucesso para uma vida a dois, é uma ideia excelente, e não acredito que hajam por aí muitos homens que discordem :) Será que poderemos dizer que na simplicidade é que se encontra a verdade?
Rapazes, deixo-vos uma questão - se o sistema funcionasse, se fosse "só" dar uma ou duas por dia (ou três ou quatro, para os mais afoitos), tendo a certeza que nunca mais teríamos que nos preocupar com o "Este vestido faz-me parecer gorda?" ou com o "Nem sequer reparaste no meu novo penteado", ou até com o "Como é possível que não tenhas reparado que mudei a decoração da sala? Os bibelots já não estão nos mesmos sítios" (Duh! A TV ainda está onde estava! :D )... assumindo que este era o acordo, qual de vocês diria não?
Adiante...
Quanto ao facto de estarem gordas, é um trauma vosso, assim como a preocupação constante em obterem o "corpo escultural" (apesar de aqui haver uma boa dose de culpa nossa; um dia destes ainda vou desenvolver este tema). Infelizmente, como sucede com a maioria dos traumas, é muito difícil, para a pessoa traumatizada, abordar o assunto com um mínimo de coerência. Daí que um homem que diz "Não, não acho que estejas gorda" ouça tantas vezes um "Pois, já não me ligas nenhuma, já não me desejas, por isso não te importas que eu pareça um pote de banha! E já não me ligas porque tens outra, não é? Mas isto não fica assim! Quero o divórcio!!!!"
E pronto, fomos directamente de "Não acho que estejas gorda" para "E eu vos declaro ex-marido e ex-mulher", sem passar pela casa Partida. Mas, enfim, sendo a mulher a criatura mais insegura à face da Terra, não estou à espera que a situação mude.
Será que já algum homem tentou uma outra aproximação ao problema - "Sim, querida, tens razão. Convinha teres cuidado, pois até podes apanhar uma doença... ou pior, podes apanhar com um arpão, por engano" :)
Ah, e os ovos estrelados estão muito sobrevalorizados. Há coisas muito melhores e muito mais saudáveis.
> Levamos tanto tempo a escolher
> porque buscamos com desespero a
> proporção directa entre o dono
> de casa e o macho do território
> que nos faz urrar. Porque
> queremos que o quadrado do êxtase
> seja igual à soma dos quadrados do
> prazer e das casas de banho limpas.
> Porém, quanto mais procuramos mais
> concluímos que "os homens são todos
> iguais, mas há uns mais iguais do
> que outros."
Aqui, não concordo. IMHO, levam tanto tempo a escolher porque, apesar de terem imensas certezas sobre aquilo que querem, não fazem a mínima ideia daquilo que procuram. Acontece o mesmo connosco; o que não é de espantar, visto sermos todos humanos.
Talvez possamos ver a questão da seguinte forma - todos crescemos com contos de fadas. No entanto, a partir de uma certa idade, existe, no mundo masculino, uma alteração subtil - mas importante - nessa expressão. Com a alteração de uma letrinha apenas, passamos a seguir um caminho diferente do vosso. Não o digo como se fosse uma coisa fabulosa e reveladora (bem, em certos aspectos, talvez até seja :) ), mas creio que, na maioria dos casos, o nosso caminho tem uma vantagem - não nos afecta tanto a cabeça, talvez por o começarmos a trilhar numa altura em que ainda não a usamos muito :D
Vocês também descobrem esse caminho (talvez com contornos diferente do nosso, devido ao velho mito de serem "menos visuais" que nós; leia-se "tradicionalmente mais reprimidas"), mas creio que só mais tarde lhe dão a devida importância. Pela recorrência do evento, creio que o momento de emancipação surge quando dizem, pela primeira vez, "Aquele tipo tem mesmo um belo rabo".
Só que nesta altura, na maioria dos casos, já os contos de fadas estão solidamente instalados, e não vão cair sem dar uma luta feroz e renhida. E é deste dualismo que nasce a tragédia - quando descobrem que o tipo musculado e aventureiro que vos dá voltas à cabeça e que adoram exibir (mais um acessório, para condizer com a mala, os sapatos, o chapéu e o broche - a jóia, entenda-se) tem um rol de defeitos que faz a Bíblia parecer uma lista de compras, e que cada um desses defeitos vos enfurece até à raíz dos cabelos. Afinal, parece o Príncipe Encantado, mas não é. Nessa altura, lá fazem uma romaria a um qualquer Muro das Lamentações, para se queixarem de como a vida é muito injusta. Se, ao menos, pudessem reduzir o vossa vida em comum apenas ao quarto, tudo correria sobre rodas.
Meninas, se estiverem nesta situação, recomendo que vendam a casa e se mudem para um hotel :)
Ah, e quanto à teoria de que "basta ter a escrita em dia para sermos felizes", volto a repeti-lo - não tenho a mínima dúvida que a maioria dos homens seria muito feliz com isso. Infelizmente, a realidade com que nos confrontamos é que esse sistema não funciona.
Obrigado mais uma vez, Sofia, por ter escrito algo que me fez pensar.
Depois, enviei uma outra resposta, que agora segue abaixo. A esta ainda não tive resposta :)
--
Olá, Sofia.
Seguem os comentários à sua coluna. Antes de mais... mea culpa. Desde que enviei o mail anterior, tenho dito para mim mesmo "Tenho que encontrar o Destak, e ver se o meu mail vai ter direito a resposta". Sim, um tipo fica curioso, claro :)
Infelizmente, não tenho tido oportunidade. O que é uma desculpa esfarrapada, claro, ainda para mais se pensarmos que se trata de um jornal de distribuição gratuita, que se encontra em quase toda a parte.
Portanto, aqui fica um pedido de desculpas pela negligência da minha parte... e um "muito obrigado" ao Paulo Miguel por me ter enviado o artigo.
> Vou dar eco a uma pergunta chegada por e-mail
> e que foi formulada por um leitor: «se os homens
> são todos iguais, porque é que as
> mulheres são tão esquisitas a escolher?»
> Perante isto, avanço a teoria dos três simples.
> Se um homem está para uma mulher como um
>senhor preocupado, um macho democrático na
> divisão das tarefas no lar e interessado em montras..
>eles não são muito diferentes; Mas se o homem
>está para uma mulher que lhe dá sexo
> todas as noites, com o mesmo empenho e mesma
>devoção, que surpreende com prendinhas românticas
> e brinquedos sexuais...aí já são um pouco
> mais distintos.
Mais uma vez, não vejo uma grande relevância dada ao papel da mulher nesta dinâmica dupla sexual - percebi mal, ou é suposto as prendinhas e brinquedos fluírem apenas num sentido? Além disso, a utilização de "surpreende" não deixa antever uma participação muito activa da mulher no processo de selecção dos referidos itens, o que se me afigura como um desperdício. Repito o que disse da última vez - quero uma mulher que satisfaça as minhas fantasias, mas que também seja capaz de me relevar as dela, para que eu retribua.
> Nunca ouvi nenhuma amiga dizer que
> os homens são semelhantes quando são
> sexualmente solícitos. Sempre que
> atrasam as contas dos fluidos
> mais do que uma semana...
> elas não dizem ainda que eles são
> iguais, dizem que elas estão gordas.
> Agora, as mulheres são bem capazes
> de se sentar à mesa do café e
> comentar: «Ele adormece com a televisão
> ligada, a roupa espalhada, não sabe
> estrelar um ovo e deixa a camisa com
> dois vincos:» Aí, alguém vitoriosamente
> grita: «são todos iguais!»
Ou seja, desde que as quecas estejam em dia, para a mulher está tudo bem. É uma visão... surpreendente, no mínimo. Até porque isso implicaria que o sexo seria, para a mulher, o aspecto mais importante da relação. A mulher, essa criatura que acusa rotineiramente o homem de ser um obcecado por sexo, e de não pensar em mais nada :)
Enfim, por algum motivo nos queixamos de não vos compreendermos. Se calhar tem sido esse o nosso erro - nós não temos nada que vos tentar compreender; temos é que vos saltar em cima, "e mai nada"! Tudo o resto é para esquecer! Não posso deixar de admitir que, como receita de sucesso para uma vida a dois, é uma ideia excelente, e não acredito que hajam por aí muitos homens que discordem :) Será que poderemos dizer que na simplicidade é que se encontra a verdade?
Rapazes, deixo-vos uma questão - se o sistema funcionasse, se fosse "só" dar uma ou duas por dia (ou três ou quatro, para os mais afoitos), tendo a certeza que nunca mais teríamos que nos preocupar com o "Este vestido faz-me parecer gorda?" ou com o "Nem sequer reparaste no meu novo penteado", ou até com o "Como é possível que não tenhas reparado que mudei a decoração da sala? Os bibelots já não estão nos mesmos sítios" (Duh! A TV ainda está onde estava! :D )... assumindo que este era o acordo, qual de vocês diria não?
Adiante...
Quanto ao facto de estarem gordas, é um trauma vosso, assim como a preocupação constante em obterem o "corpo escultural" (apesar de aqui haver uma boa dose de culpa nossa; um dia destes ainda vou desenvolver este tema). Infelizmente, como sucede com a maioria dos traumas, é muito difícil, para a pessoa traumatizada, abordar o assunto com um mínimo de coerência. Daí que um homem que diz "Não, não acho que estejas gorda" ouça tantas vezes um "Pois, já não me ligas nenhuma, já não me desejas, por isso não te importas que eu pareça um pote de banha! E já não me ligas porque tens outra, não é? Mas isto não fica assim! Quero o divórcio!!!!"
E pronto, fomos directamente de "Não acho que estejas gorda" para "E eu vos declaro ex-marido e ex-mulher", sem passar pela casa Partida. Mas, enfim, sendo a mulher a criatura mais insegura à face da Terra, não estou à espera que a situação mude.
Será que já algum homem tentou uma outra aproximação ao problema - "Sim, querida, tens razão. Convinha teres cuidado, pois até podes apanhar uma doença... ou pior, podes apanhar com um arpão, por engano" :)
Ah, e os ovos estrelados estão muito sobrevalorizados. Há coisas muito melhores e muito mais saudáveis.
> Levamos tanto tempo a escolher
> porque buscamos com desespero a
> proporção directa entre o dono
> de casa e o macho do território
> que nos faz urrar. Porque
> queremos que o quadrado do êxtase
> seja igual à soma dos quadrados do
> prazer e das casas de banho limpas.
> Porém, quanto mais procuramos mais
> concluímos que "os homens são todos
> iguais, mas há uns mais iguais do
> que outros."
Aqui, não concordo. IMHO, levam tanto tempo a escolher porque, apesar de terem imensas certezas sobre aquilo que querem, não fazem a mínima ideia daquilo que procuram. Acontece o mesmo connosco; o que não é de espantar, visto sermos todos humanos.
Talvez possamos ver a questão da seguinte forma - todos crescemos com contos de fadas. No entanto, a partir de uma certa idade, existe, no mundo masculino, uma alteração subtil - mas importante - nessa expressão. Com a alteração de uma letrinha apenas, passamos a seguir um caminho diferente do vosso. Não o digo como se fosse uma coisa fabulosa e reveladora (bem, em certos aspectos, talvez até seja :) ), mas creio que, na maioria dos casos, o nosso caminho tem uma vantagem - não nos afecta tanto a cabeça, talvez por o começarmos a trilhar numa altura em que ainda não a usamos muito :D
Vocês também descobrem esse caminho (talvez com contornos diferente do nosso, devido ao velho mito de serem "menos visuais" que nós; leia-se "tradicionalmente mais reprimidas"), mas creio que só mais tarde lhe dão a devida importância. Pela recorrência do evento, creio que o momento de emancipação surge quando dizem, pela primeira vez, "Aquele tipo tem mesmo um belo rabo".
Só que nesta altura, na maioria dos casos, já os contos de fadas estão solidamente instalados, e não vão cair sem dar uma luta feroz e renhida. E é deste dualismo que nasce a tragédia - quando descobrem que o tipo musculado e aventureiro que vos dá voltas à cabeça e que adoram exibir (mais um acessório, para condizer com a mala, os sapatos, o chapéu e o broche - a jóia, entenda-se) tem um rol de defeitos que faz a Bíblia parecer uma lista de compras, e que cada um desses defeitos vos enfurece até à raíz dos cabelos. Afinal, parece o Príncipe Encantado, mas não é. Nessa altura, lá fazem uma romaria a um qualquer Muro das Lamentações, para se queixarem de como a vida é muito injusta. Se, ao menos, pudessem reduzir o vossa vida em comum apenas ao quarto, tudo correria sobre rodas.
Meninas, se estiverem nesta situação, recomendo que vendam a casa e se mudem para um hotel :)
Ah, e quanto à teoria de que "basta ter a escrita em dia para sermos felizes", volto a repeti-lo - não tenho a mínima dúvida que a maioria dos homens seria muito feliz com isso. Infelizmente, a realidade com que nos confrontamos é que esse sistema não funciona.
Obrigado mais uma vez, Sofia, por ter escrito algo que me fez pensar.
quarta-feira, maio 31, 2006
Gajas e Lingerie (a pedido da Patrícia)
Isto de ter um "artista convidado" nos blogs tem a sua piada e este foi bem escolhido :).
Em resposta a este excelente post:
http://cestdeboncoeur.blogspot.com/2006/05/com-mania.html#comments
O garanhão é o tipo que lhes diz aquilo que elas querem ouvir, no momento em que elas querem ouvir porque, como um cachorro que chora e arranha a porta da rua quando precisa de ir visitar a mãe natureza, aprendeu que determinados comportamentos obtêm bons resultados. Tenho vários amigos assim. Não só garanhões como pouco inteligentes :).
Por conseguinte um garanhão não é necessariamente inteligente mas é bastante esperto (quando vai à caça de gajas costuma trazer uma atrás)!
Como é que o tipo faz isso? Simples!
Imaginemos o seguinte cenário. Um "diálogo" entre o garanhão com a sua presa, num bar ou numa praia:
frase de aproximação - há milhares - como um "Desculpe, tem horas? Não trouxe relógio e o seu brilho não me deixa ver o sol! - LOL, inventei isto agora, hihihihi. Obviamente isto só dá na praia!
Ela responde qualquer coisa e ele remata: Obrigado. Já vi que tem bom gosto nos relógios, esse é bem bonito!
Ela: Acha? Esta coisa tão simples?
Ele : Claro, é na sua simplicidade que está a beleza - armadilha nº1, ele já está a falar dela e ela pensa que é do relógio - Também faz colecção?
Ela: Sim, como adivinhou? Tenho um montão de swatches e uns poucos, mais caros, de outras marcas...
Ele: Huum, é então uma pessoa divertida, sempre à procura de coisas novas?
Ela: Bem, tento ser, mas acho que não tenho muito jeito...
Ele: Então não tem? Estou aqui há 2 minutos e parece que já a conheço há 2 anos. Mas mesmo assim sinto que gostaria de a conhecer ainda mais.
A partir daqui a conversa pode tomar vários rumos, mas imaginemos que ele acaba por a elogiar e ela diz que está gorda (que estranho, uma mulher queixar-se que está gorda :). Ele diz logo que não, que ela está bem e que não o diz só por dizer. Aliás está bem melhor que essas olívias palitos das novelas que uma pessoa ao vivo, se as vir de frente, pensa que estão de lado. Coisas desse género... Ele diz-lhes o que elas gostam e/ou precisam de ouvir e, com o tempo, a lingerie dela vai aparecer ao vivo e a cores (vês Patrícia, fala-se de mulheres e lingerie aqui).
Agora a pergunta que se coloca... Então e tu, és um garanhão? E eu, como qualquer garanhão que se preze, digo logo que não :) ! Mas, ao contrário do que um garanhão diria, eu explico porquê bem explicadinho... não tenho paciência para meias verdades, inverdades ou mesmo mentiras em nome de mais uma queca, para poder colocar o risco na parede. Para mim, o jogo da sedução é algo que deve ser jogado de uma forma limpa e sem tabus. Além de que gosto de desafios que impliquem o uso da inteliência e não da chico-espertice!
Em resposta a este excelente post:
http://cestdeboncoeur.blogspot.com/2006/05/com-mania.html#comments
O garanhão é o tipo que lhes diz aquilo que elas querem ouvir, no momento em que elas querem ouvir porque, como um cachorro que chora e arranha a porta da rua quando precisa de ir visitar a mãe natureza, aprendeu que determinados comportamentos obtêm bons resultados. Tenho vários amigos assim. Não só garanhões como pouco inteligentes :).
Por conseguinte um garanhão não é necessariamente inteligente mas é bastante esperto (quando vai à caça de gajas costuma trazer uma atrás)!
Como é que o tipo faz isso? Simples!
Imaginemos o seguinte cenário. Um "diálogo" entre o garanhão com a sua presa, num bar ou numa praia:
frase de aproximação - há milhares - como um "Desculpe, tem horas? Não trouxe relógio e o seu brilho não me deixa ver o sol! - LOL, inventei isto agora, hihihihi. Obviamente isto só dá na praia!
Ela responde qualquer coisa e ele remata: Obrigado. Já vi que tem bom gosto nos relógios, esse é bem bonito!
Ela: Acha? Esta coisa tão simples?
Ele : Claro, é na sua simplicidade que está a beleza - armadilha nº1, ele já está a falar dela e ela pensa que é do relógio - Também faz colecção?
Ela: Sim, como adivinhou? Tenho um montão de swatches e uns poucos, mais caros, de outras marcas...
Ele: Huum, é então uma pessoa divertida, sempre à procura de coisas novas?
Ela: Bem, tento ser, mas acho que não tenho muito jeito...
Ele: Então não tem? Estou aqui há 2 minutos e parece que já a conheço há 2 anos. Mas mesmo assim sinto que gostaria de a conhecer ainda mais.
A partir daqui a conversa pode tomar vários rumos, mas imaginemos que ele acaba por a elogiar e ela diz que está gorda (que estranho, uma mulher queixar-se que está gorda :). Ele diz logo que não, que ela está bem e que não o diz só por dizer. Aliás está bem melhor que essas olívias palitos das novelas que uma pessoa ao vivo, se as vir de frente, pensa que estão de lado. Coisas desse género... Ele diz-lhes o que elas gostam e/ou precisam de ouvir e, com o tempo, a lingerie dela vai aparecer ao vivo e a cores (vês Patrícia, fala-se de mulheres e lingerie aqui).
Agora a pergunta que se coloca... Então e tu, és um garanhão? E eu, como qualquer garanhão que se preze, digo logo que não :) ! Mas, ao contrário do que um garanhão diria, eu explico porquê bem explicadinho... não tenho paciência para meias verdades, inverdades ou mesmo mentiras em nome de mais uma queca, para poder colocar o risco na parede. Para mim, o jogo da sedução é algo que deve ser jogado de uma forma limpa e sem tabus. Além de que gosto de desafios que impliquem o uso da inteliência e não da chico-espertice!
Ah e tal, é giro!
Meus amigos (e amigas, falo no sentido lato),
Podem parar de me enviar mensagens que digam que é para enviar para o maior número de contactos! A Microsoft não me ofereceu nenhum telemóvel, a Nokia nenhum LCD, a Samsung nenhum Windows, dinheiro só o que ganho do meu ordenado e continuo com a mesma boa sorte de sempre o que é de estranhar porque pelas minhas contas deveria ter uns 4532 anos de azar por ter apagado uma série de mensagens estúpidas... eu sei lá. Nenhuma menina de 13 anos morreu de caspa no fígado, nenhum menino de 7 morreu de beber partículas xixi seco de rato nas bordas das latas de refrigerante, e se não sabem qual é o tipo de sangue raro nem qual é o dador universal, então ao invés de mandarem emails deviam era ir ao hospital mais próximo e dar sangue. As enfermeiras explicam-vos tudo nos 5 minutos que aquilo demora.
Mas o topo da cereja são os Power Points (extensão .ppt), aqueles ficheiros enormes com montes de fotos de paisagens de países que não sei se terei dinheiro para os visitar a todos, restaurantes, casas, carros (e outros bens materiais) que provavelmente nunca frequentarei, utilizarei ou terei a não ser que me torne um mafio... desculpem... empresário internacional, ou com gajas que nunca levarei para a cama e, como a adolescência já passou, também nunca me masturbarei a pensar nelas!
Sou uma pessoa razoável e sei reconhecer que é bom receber emails dos amigos. Mas tenho de vos dizer que tudo o que é demais, faz mal. Tem piada ao princípio, depois começa a ter piada só de vez em quando e, quanto temos mais de 1000 emails para ler, com mais de 1GB de tamanho da mailbox, a piada desaparece toda. É que, como as mensagens são dos meus amigos, eu quero lê-las todas. Mas como não as consigo ler todas, não vejo muitas que se calhar eram importantes e/ou tinham uma altura certa para ler... e isso não tem piada nenhuma.
Por isso desculpem lá este desabafo e enviem-me, por email, só as coisas realmente importantes, ok?
Obrigado e ósculos deliciosos mais amplexos com vontade!
Podem parar de me enviar mensagens que digam que é para enviar para o maior número de contactos! A Microsoft não me ofereceu nenhum telemóvel, a Nokia nenhum LCD, a Samsung nenhum Windows, dinheiro só o que ganho do meu ordenado e continuo com a mesma boa sorte de sempre o que é de estranhar porque pelas minhas contas deveria ter uns 4532 anos de azar por ter apagado uma série de mensagens estúpidas... eu sei lá. Nenhuma menina de 13 anos morreu de caspa no fígado, nenhum menino de 7 morreu de beber partículas xixi seco de rato nas bordas das latas de refrigerante, e se não sabem qual é o tipo de sangue raro nem qual é o dador universal, então ao invés de mandarem emails deviam era ir ao hospital mais próximo e dar sangue. As enfermeiras explicam-vos tudo nos 5 minutos que aquilo demora.
Mas o topo da cereja são os Power Points (extensão .ppt), aqueles ficheiros enormes com montes de fotos de paisagens de países que não sei se terei dinheiro para os visitar a todos, restaurantes, casas, carros (e outros bens materiais) que provavelmente nunca frequentarei, utilizarei ou terei a não ser que me torne um mafio... desculpem... empresário internacional, ou com gajas que nunca levarei para a cama e, como a adolescência já passou, também nunca me masturbarei a pensar nelas!
Sou uma pessoa razoável e sei reconhecer que é bom receber emails dos amigos. Mas tenho de vos dizer que tudo o que é demais, faz mal. Tem piada ao princípio, depois começa a ter piada só de vez em quando e, quanto temos mais de 1000 emails para ler, com mais de 1GB de tamanho da mailbox, a piada desaparece toda. É que, como as mensagens são dos meus amigos, eu quero lê-las todas. Mas como não as consigo ler todas, não vejo muitas que se calhar eram importantes e/ou tinham uma altura certa para ler... e isso não tem piada nenhuma.
Por isso desculpem lá este desabafo e enviem-me, por email, só as coisas realmente importantes, ok?
Obrigado e ósculos deliciosos mais amplexos com vontade!
quinta-feira, maio 04, 2006
Vamos lá experimentar isto
Hallo, ppl.
Desde Julho do ano passado que criei uma espécie de newsletter, que envio para um conjunto de pessoal amigo. A certa altura, o nosso anfitrião passou a fazer parte dessa lista.
Um dado dia, ele teve a gentileza de me convidar a passar por aqui e dizer qualquer coisa. Fui adiando, dando até a impressão que me estava a fazer de difícil. Garanto-vos que não era o caso :) Para me envergonhar, ele decidiu fazer 2º convite. OK, I can take a hint. Deixemo-nos de pretextos do tipo "quando a vida estiver organizada" - até porque o mais certo é isso nunca acontecer - e vamos a isto.
Peço-vos apenas um pouco de paciência. Por um lado, é a primeira vez que faço um post num blog. Por outro, tenho tendência a alongar-me, como irão rapidamente perceber neste post. Foi criado em 2006-02-08, em resposta a um artigo da coluna "Salto Agulha", do jornal Destak, de 2006-02-03. Nesta coluna, a senhora queixava-se que os homens não prestam a devida atenção à lingerie. Enjoy! :)
--
Cara Sofia,
Este post é um comentário ao seu artigo "Lin... gerir", publicado no Destak de sexta-feira, 2006-02-03.
Há umas semanas atrás, no programa "Elas Sobre Eles" na SIC Mulher, uma mulher queixava-se da obsessão dos homens com a lingerie, chegando ao ponto de afirmar que "parece que os anjinhos precisam destas coisas para terem prazer". Agora, vejo aqui outra mulher a afirmar que, afinal, "os anjinhos" não ligam pevide (nem nenhuma outra espécie de semente >;> ) a estas coisas...
Afinal, no que é que ficamos? Todas vocês falam de homens cheias de autoridade e conhecimento de causa, mas depois proferem afirmações contraditórias. Um tipo fica assim a modos que confundido, não é? Portanto, deixo a questão - afinal, nós gostamos ou não de lingerie? É que eu próprio já não sei :)
Ah, e já que estamos numa de dúvidas... há uns dias enviaram-me uma pergunta à qual não consegui responder, e pensei que talvez me pudesse dar uma ajuda - se os homens são todos iguais (mais uma frase dita com grande conhecimento de causa por todas as mulheres por esse mundo fora), porque é que as mulheres são tão esquisitas a escolher?
Adiante...
A lingerie é... um acessório. Ou seja, se estiver lá, óptimo; senão, não serei eu a dar por falta dela. IMHO, o papel mais importante da lingerie é revelar-me algo sobre a mulher que a veste - permite-me saber que ela é suficientemente desinibida para escolher uma determinada peça de vesturário íntimo, comprá-la, e vesti-la quando quer e porque quer (e não há nada melhor que uma mulher desinibida). Mas não é por isso que deixa de ser um acessório.
Há peças extremamente sensuais. Eu sou o primeiro a admitir que por vezes, ao passar por uma loja de lingerie, admiro a montra e vejo coisas que me agradam. Mas, por muito espectacular que possa ser a lingerie, o importante é a mulher, e não será no que ela tem vestido que eu irei concentrar a minha atenção.
No entanto, ao ler o seu texto, houve algo que me saltou à vista - trata-se de uma reclamação sobre o facto de os homens, perante uma mulher vestindo uma lingerie sexy, não ligarem à lingerie. Vi imensas referências à importância que a mulher dá à lingerie, e ao prazer que lhe dá vesti-la; mas não vi uma única referência ao acto de comunicar essa importância e esse prazer ao homem. Ou seja, é suposto que o homem faça uso dos seus conhecidos talentos na área de telepatia, e adivinhe o que se passa na cabeça da sua parceira :)
Se a mulher gosta de fazer sexo sem tirar a lingerie, então que tal (e eu sei que para muitas de vocês esta será uma noção revolucionária, mas tentem habituar-se à ideia aos poucos)... dizê-lo? Já pensaram bem que este conceito verdadeiramente inovador de comunicarem ao vosso parceiro aquilo que querem e sentem, de forma explícita e livre de ambiguidades e subtilezas, pode ser o caminho a seguir? :)
E atenção, que este conceito é polivalente q.b., e não se esgota na lingerie. P. ex., há um momento da série "Coupling" que acho genial. Uma das personagens femininas está a fazer uma "avaliação" a um dos personagens masculinos, e a certa altura diz o seguinte:
Jane: So we proceed to the clitoris. So difficult to find, so elusive. You know... there's something women down the Ages have wanted to ask, and... perhaps I should just ask it, now. Just how difficult to find, just how elusive is... "front and center"? That's not exactly hiding. It doesn't move. It doesn't go anywhere. It doesn't pop 'round the back in all the excitement.
Que podemos traduzir para:
Jane: Passemos, então, ao clitóris. Sempre tão difícil de encontrar, sempre tão fugidio. Sabes... através dos tempos, há uma pergunta que as mulheres sempre quiseram fazer, e... talvez esteja na altura de eu a fazer. Quão difícil é de encontrar, quão fugidio é... "mesmo na tua cara"? Não está propriamente escondido. Não se mexe. Não desaparece. Não vai parar atrás das costas, com tanta excitação.
É verdade. And yet... cada uma de vocês tem aquela preferência especial que a deixa "no ponto" (aquele momento em que parece que há uma qualquer força invisível que se esforça por vos elevar no ar pelo umbigo, fazendo aquele arquear das costas que é simplesmente lindo) - há quem prefira toques suaves e de fugida com a língua; há quem prefira um toque mais prolongado e forte, com a língua ou com o dedo humedecido; há quem prefira uma sucessão de toques rápidos com a parte de dentro do lábio inferior.
Minhas queridas, o problema não é encontrá-lo (bem, quando vocês insistem que tem que ser às escuras, às vezes é complicado; mas isso do vosso medo da luz - por oposição ao medo do escuro - será tema para outro dia); o problema é tentar adivinhar o que vocês gostariam que nós fizéssemos com ele. É que se não o disserem, se não nos mostrarem, terão de sujeitar-se à "tentativa-e-erro".
A verdade é que a receita básica, seja para a "queca-animalesca-tipo-já-cheira-a-borracha-queimada", seja para o "fazer-amor-com-carinho-e-ternura-e-convém-um-pouco-de-movimento-de-vez-em-quando-para-que-cada-um-se-aperceba-que-o-outro-não-adormeceu", é sempre a mesma: Um homem e uma mulher (cada qual poderá alterar estes ingredientes de acordo com a sua orientação sexual, preferência numérica, etc). Tudo o resto é tempero. E cada pessoa tem o seu próprio gosto no que diz respeito a temperos. E ninguém tem a obrigação de adivinhar o gosto dos outros. Cabe a cada um de nós anunciar o seu gosto.
Portanto, isto tudo para dizer que... a minha opinião sobre lingerie é neutra. Não tenho nada contra, nem a considero indispensável. Mas se uma mulher me disser que adora fazer sexo com lingerie, sou capaz de começar a dar mais atenção a esse pormenor. Não porque a minha opinião tenha mudado naquele momento, mas porque terei acabado de aprender algo mais que posso fazer para satisfazer essa mulher.
E essa é a grande maravilha do sexo - a aprendizagem de parte a parte. Ao entregarmo-nos e revelarmos o que sentimos e do que gostamos, estamos a dar à outra pessoa o que ela precisa de saber para nos satisfazer. Nunca me convenceu muito aquela teoria de que "eu tenho é que entrar no acto concentrado no meu prazer, ela tem mais é que concentrar-se no dela, e prontos". O que me dá prazer é dar prazer. E para isso, nada melhor que cada um mostrar ao outro aquilo de que gosta.
Senão, concordo consigo; mais vale realmente evitar chatices, e ficarmo-nos por um serão solitário - vocês a pilhas, e nós a pulso ;)
Ah... a cuequinha para o lado fica, de facto, muito gira (assim como a cuequinha na zona dos joelhos, apesar de esta ser menos polivalente no que diz respeito a posições). Mas ainda não encontrei uma mulher que o faça, por sua própria iniciativa. Vocês até podem gostar, mas... mais uma vez, nós não adivinhamos :)
Obrigado pelo artigo, gostei muito!
E um obrigado ao Miguel Duarte por me ter chamado a atenção para o artigo :)
:* & []
Desde Julho do ano passado que criei uma espécie de newsletter, que envio para um conjunto de pessoal amigo. A certa altura, o nosso anfitrião passou a fazer parte dessa lista.
Um dado dia, ele teve a gentileza de me convidar a passar por aqui e dizer qualquer coisa. Fui adiando, dando até a impressão que me estava a fazer de difícil. Garanto-vos que não era o caso :) Para me envergonhar, ele decidiu fazer 2º convite. OK, I can take a hint. Deixemo-nos de pretextos do tipo "quando a vida estiver organizada" - até porque o mais certo é isso nunca acontecer - e vamos a isto.
Peço-vos apenas um pouco de paciência. Por um lado, é a primeira vez que faço um post num blog. Por outro, tenho tendência a alongar-me, como irão rapidamente perceber neste post. Foi criado em 2006-02-08, em resposta a um artigo da coluna "Salto Agulha", do jornal Destak, de 2006-02-03. Nesta coluna, a senhora queixava-se que os homens não prestam a devida atenção à lingerie. Enjoy! :)
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Cara Sofia,
Este post é um comentário ao seu artigo "Lin... gerir", publicado no Destak de sexta-feira, 2006-02-03.
Há umas semanas atrás, no programa "Elas Sobre Eles" na SIC Mulher, uma mulher queixava-se da obsessão dos homens com a lingerie, chegando ao ponto de afirmar que "parece que os anjinhos precisam destas coisas para terem prazer". Agora, vejo aqui outra mulher a afirmar que, afinal, "os anjinhos" não ligam pevide (nem nenhuma outra espécie de semente >;> ) a estas coisas...
Afinal, no que é que ficamos? Todas vocês falam de homens cheias de autoridade e conhecimento de causa, mas depois proferem afirmações contraditórias. Um tipo fica assim a modos que confundido, não é? Portanto, deixo a questão - afinal, nós gostamos ou não de lingerie? É que eu próprio já não sei :)
Ah, e já que estamos numa de dúvidas... há uns dias enviaram-me uma pergunta à qual não consegui responder, e pensei que talvez me pudesse dar uma ajuda - se os homens são todos iguais (mais uma frase dita com grande conhecimento de causa por todas as mulheres por esse mundo fora), porque é que as mulheres são tão esquisitas a escolher?
Adiante...
A lingerie é... um acessório. Ou seja, se estiver lá, óptimo; senão, não serei eu a dar por falta dela. IMHO, o papel mais importante da lingerie é revelar-me algo sobre a mulher que a veste - permite-me saber que ela é suficientemente desinibida para escolher uma determinada peça de vesturário íntimo, comprá-la, e vesti-la quando quer e porque quer (e não há nada melhor que uma mulher desinibida). Mas não é por isso que deixa de ser um acessório.
Há peças extremamente sensuais. Eu sou o primeiro a admitir que por vezes, ao passar por uma loja de lingerie, admiro a montra e vejo coisas que me agradam. Mas, por muito espectacular que possa ser a lingerie, o importante é a mulher, e não será no que ela tem vestido que eu irei concentrar a minha atenção.
No entanto, ao ler o seu texto, houve algo que me saltou à vista - trata-se de uma reclamação sobre o facto de os homens, perante uma mulher vestindo uma lingerie sexy, não ligarem à lingerie. Vi imensas referências à importância que a mulher dá à lingerie, e ao prazer que lhe dá vesti-la; mas não vi uma única referência ao acto de comunicar essa importância e esse prazer ao homem. Ou seja, é suposto que o homem faça uso dos seus conhecidos talentos na área de telepatia, e adivinhe o que se passa na cabeça da sua parceira :)
Se a mulher gosta de fazer sexo sem tirar a lingerie, então que tal (e eu sei que para muitas de vocês esta será uma noção revolucionária, mas tentem habituar-se à ideia aos poucos)... dizê-lo? Já pensaram bem que este conceito verdadeiramente inovador de comunicarem ao vosso parceiro aquilo que querem e sentem, de forma explícita e livre de ambiguidades e subtilezas, pode ser o caminho a seguir? :)
E atenção, que este conceito é polivalente q.b., e não se esgota na lingerie. P. ex., há um momento da série "Coupling" que acho genial. Uma das personagens femininas está a fazer uma "avaliação" a um dos personagens masculinos, e a certa altura diz o seguinte:
Jane: So we proceed to the clitoris. So difficult to find, so elusive. You know... there's something women down the Ages have wanted to ask, and... perhaps I should just ask it, now. Just how difficult to find, just how elusive is... "front and center"? That's not exactly hiding. It doesn't move. It doesn't go anywhere. It doesn't pop 'round the back in all the excitement.
Que podemos traduzir para:
Jane: Passemos, então, ao clitóris. Sempre tão difícil de encontrar, sempre tão fugidio. Sabes... através dos tempos, há uma pergunta que as mulheres sempre quiseram fazer, e... talvez esteja na altura de eu a fazer. Quão difícil é de encontrar, quão fugidio é... "mesmo na tua cara"? Não está propriamente escondido. Não se mexe. Não desaparece. Não vai parar atrás das costas, com tanta excitação.
É verdade. And yet... cada uma de vocês tem aquela preferência especial que a deixa "no ponto" (aquele momento em que parece que há uma qualquer força invisível que se esforça por vos elevar no ar pelo umbigo, fazendo aquele arquear das costas que é simplesmente lindo) - há quem prefira toques suaves e de fugida com a língua; há quem prefira um toque mais prolongado e forte, com a língua ou com o dedo humedecido; há quem prefira uma sucessão de toques rápidos com a parte de dentro do lábio inferior.
Minhas queridas, o problema não é encontrá-lo (bem, quando vocês insistem que tem que ser às escuras, às vezes é complicado; mas isso do vosso medo da luz - por oposição ao medo do escuro - será tema para outro dia); o problema é tentar adivinhar o que vocês gostariam que nós fizéssemos com ele. É que se não o disserem, se não nos mostrarem, terão de sujeitar-se à "tentativa-e-erro".
A verdade é que a receita básica, seja para a "queca-animalesca-tipo-já-cheira-a-borracha-queimada", seja para o "fazer-amor-com-carinho-e-ternura-e-convém-um-pouco-de-movimento-de-vez-em-quando-para-que-cada-um-se-aperceba-que-o-outro-não-adormeceu", é sempre a mesma: Um homem e uma mulher (cada qual poderá alterar estes ingredientes de acordo com a sua orientação sexual, preferência numérica, etc). Tudo o resto é tempero. E cada pessoa tem o seu próprio gosto no que diz respeito a temperos. E ninguém tem a obrigação de adivinhar o gosto dos outros. Cabe a cada um de nós anunciar o seu gosto.
Portanto, isto tudo para dizer que... a minha opinião sobre lingerie é neutra. Não tenho nada contra, nem a considero indispensável. Mas se uma mulher me disser que adora fazer sexo com lingerie, sou capaz de começar a dar mais atenção a esse pormenor. Não porque a minha opinião tenha mudado naquele momento, mas porque terei acabado de aprender algo mais que posso fazer para satisfazer essa mulher.
E essa é a grande maravilha do sexo - a aprendizagem de parte a parte. Ao entregarmo-nos e revelarmos o que sentimos e do que gostamos, estamos a dar à outra pessoa o que ela precisa de saber para nos satisfazer. Nunca me convenceu muito aquela teoria de que "eu tenho é que entrar no acto concentrado no meu prazer, ela tem mais é que concentrar-se no dela, e prontos". O que me dá prazer é dar prazer. E para isso, nada melhor que cada um mostrar ao outro aquilo de que gosta.
Senão, concordo consigo; mais vale realmente evitar chatices, e ficarmo-nos por um serão solitário - vocês a pilhas, e nós a pulso ;)
Ah... a cuequinha para o lado fica, de facto, muito gira (assim como a cuequinha na zona dos joelhos, apesar de esta ser menos polivalente no que diz respeito a posições). Mas ainda não encontrei uma mulher que o faça, por sua própria iniciativa. Vocês até podem gostar, mas... mais uma vez, nós não adivinhamos :)
Obrigado pelo artigo, gostei muito!
E um obrigado ao Miguel Duarte por me ter chamado a atenção para o artigo :)
:* & []
quarta-feira, maio 03, 2006
segunda-feira, abril 10, 2006
Desejos
Senhora buscai no meu corpo teu desejo louco,
sou homem não sou santo a ti abro meu manto
e se beberes na bruma da manhã desse prazer que não é pouco,
deitarei o meu corpo no teu leito causando-te espanto.
Em desalento, mesmo distante do legado em jeito,
faça do meu corpo tua moradia como febre em estadia,
lânguida, em minha pele com teus delírios me deito
e de belo agrado te aninho em meu pulsante peito.
Sou teu pecado não sejas mulher ternura,
na cama tuas vontades recebo como tua melhor criatura
e pecai...muito, por prazer não perdes a candura.
Faça da carne a música como escultura bêbada
e do poema um rio solto em direcção ao revolto mar,
solte o leme da escuna, naufrague nas ondas desse lindo namorar.
Biografia emhttp://www.douglasmondo.com.br/index.asp
sou homem não sou santo a ti abro meu manto
e se beberes na bruma da manhã desse prazer que não é pouco,
deitarei o meu corpo no teu leito causando-te espanto.
Em desalento, mesmo distante do legado em jeito,
faça do meu corpo tua moradia como febre em estadia,
lânguida, em minha pele com teus delírios me deito
e de belo agrado te aninho em meu pulsante peito.
Sou teu pecado não sejas mulher ternura,
na cama tuas vontades recebo como tua melhor criatura
e pecai...muito, por prazer não perdes a candura.
Faça da carne a música como escultura bêbada
e do poema um rio solto em direcção ao revolto mar,
solte o leme da escuna, naufrague nas ondas desse lindo namorar.
Biografia emhttp://www.douglasmondo.com.br/index.asp
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L'enfant Terrible
às
13:29
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segunda-feira, abril 03, 2006
Carta ao Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
Uma pessoa amiga pediu-me que divulgasse isto :



citação:
"
Exmo Sr. Presidente da Câmara de Lisboa
Engº Carmona Rodrigues
Apesar das várias queixas que os moradores do Campo Pequeno têm feito, estou certo que V. Exª não está ao corrente do que se passa diariamente (de 2ª Feira a Domingo) no Jardim do Campo Pequeno.
Mais do que explicar, pois as explicações creio que V. Senhoria irá certamente pedir a quem de direito, creio que o melhor mesmo é mostrar. Anexo 4 fotografias, de fraca qualidade é certo (tiradas de telemóvel), mas que ilustram mais do que 4.000 palavras que poderia escrever sobre o assunto.
Compreenda que não assine com o meu nome verdadeiro, por medo de represálias por parte dos "estacionadores" habituées do referido sítio. Envio este email através de um amigo, a quem pedi para colocar as fotos no site da internet e que enviasse cópia para as estações de notícias por forma a mobilizar alguma opinião pública sobre este assunto.
Filipa "
fim de citação
--
http://oinconformado.blogspot.com




citação:
"
Exmo Sr. Presidente da Câmara de Lisboa
Engº Carmona Rodrigues
Apesar das várias queixas que os moradores do Campo Pequeno têm feito, estou certo que V. Exª não está ao corrente do que se passa diariamente (de 2ª Feira a Domingo) no Jardim do Campo Pequeno.
Mais do que explicar, pois as explicações creio que V. Senhoria irá certamente pedir a quem de direito, creio que o melhor mesmo é mostrar. Anexo 4 fotografias, de fraca qualidade é certo (tiradas de telemóvel), mas que ilustram mais do que 4.000 palavras que poderia escrever sobre o assunto.
Compreenda que não assine com o meu nome verdadeiro, por medo de represálias por parte dos "estacionadores" habituées do referido sítio. Envio este email através de um amigo, a quem pedi para colocar as fotos no site da internet e que enviasse cópia para as estações de notícias por forma a mobilizar alguma opinião pública sobre este assunto.
Filipa "
fim de citação
--
http://oinconformado.blogspot.com
terça-feira, março 28, 2006
Conflitos em tempo de paz
Um amigo enviou-me o seguinte link, para ler com os meus olhos...
http://en.wikipedia.org/wiki/Abdul_Rahman_%28convert%29
Sem querer entrar pelo campo do significado de palavras como paz, liberdade e perdão, venho aqui escrever o que penso sobre como se poderia resolver toda a questão que assola o médio oriente. Aliás, como sou um mãos largas, acho que, se a ideia resultar, se pode depois aplicar aos países africanos onde as minorias são perseguidas e depois ao resto do mundo.
Será o meu contributo para o bem da humanidade e ficarei nos anais da história (suspiro).
O problema do médio oriente é óbvio, basta ligar a TV e fica-se logo a ver... aquilo são 100 cães a 1 osso e o cão que tiver o osso é quem manda (Top Dog, em "Amaricano"). Eles são sunitas, shiitas (não confundir com chitas), israelitas, muitos outros acabados em itas, curdos, surdos e murdos, palestinianos, indianos, e outros anos, pakistaneses, e sei lá mais o quê... uns são judeus, outros ateus, outros louvam a deus sem se parecerem com o insecto, uns cristãos, outros irmãos de uma qualquer ordem, sem que ordem seja a palavra principal no aglomerado de almas desesperadas por soluções divinas... todos eles querem tudo à sua maneira e todos eles falham.
A solução é simples... divide-se toda aquela zona de acordo com o número de credos, religiões, raças, castas, nacionalidades, etc... todas elas ficam separadas... os cristãos do pakistão ficam separados dos cristãos do iraque, por exemplo (e de todos os outros, por sinal). Assim cada grupo fica com o seu quinhão de terra e sem razões para se queixarem de que estão a ser descriminados, que os outros são imorais, que o gato do vizinho é mais gordo, e outras futilidades.
Se depois tiverem saudades das discussões vai haver lá uma faixa de gaza especial, para que de tempos em tempos possam matar à facada, apedrejar, perdoar o próximo e oferecer a outra face, enviar uns bombistas suicidas, etc...
http://en.wikipedia.org/wiki/Abdul_Rahman_%28convert%29
Sem querer entrar pelo campo do significado de palavras como paz, liberdade e perdão, venho aqui escrever o que penso sobre como se poderia resolver toda a questão que assola o médio oriente. Aliás, como sou um mãos largas, acho que, se a ideia resultar, se pode depois aplicar aos países africanos onde as minorias são perseguidas e depois ao resto do mundo.
Será o meu contributo para o bem da humanidade e ficarei nos anais da história (suspiro).
O problema do médio oriente é óbvio, basta ligar a TV e fica-se logo a ver... aquilo são 100 cães a 1 osso e o cão que tiver o osso é quem manda (Top Dog, em "Amaricano"). Eles são sunitas, shiitas (não confundir com chitas), israelitas, muitos outros acabados em itas, curdos, surdos e murdos, palestinianos, indianos, e outros anos, pakistaneses, e sei lá mais o quê... uns são judeus, outros ateus, outros louvam a deus sem se parecerem com o insecto, uns cristãos, outros irmãos de uma qualquer ordem, sem que ordem seja a palavra principal no aglomerado de almas desesperadas por soluções divinas... todos eles querem tudo à sua maneira e todos eles falham.
A solução é simples... divide-se toda aquela zona de acordo com o número de credos, religiões, raças, castas, nacionalidades, etc... todas elas ficam separadas... os cristãos do pakistão ficam separados dos cristãos do iraque, por exemplo (e de todos os outros, por sinal). Assim cada grupo fica com o seu quinhão de terra e sem razões para se queixarem de que estão a ser descriminados, que os outros são imorais, que o gato do vizinho é mais gordo, e outras futilidades.
Se depois tiverem saudades das discussões vai haver lá uma faixa de gaza especial, para que de tempos em tempos possam matar à facada, apedrejar, perdoar o próximo e oferecer a outra face, enviar uns bombistas suicidas, etc...
Publicada por
L'enfant Terrible
às
22:53
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