segunda-feira, maio 25, 2009
Marinho Pinto desmonta Manuela Moura Guedes Martins em directo... lindo
O som não está coordenado com a imagem, mas não faz mal, é ouvir que interessa :).
| Reacções: |
quinta-feira, maio 07, 2009
Jango: Someone wants to share a song with you
Your friend Denis has sent you a song by House of Pain on Jango, the free and easy way to get the music you want online!
To listen to the song, just click this link:
http://www.jango.com/stations/12040025/tunein?song_id=27244
Have fun!
/The Jango Crew
| Reacções: |
sábado, maio 02, 2009
Racismo
Os racistas são como os cães. Quando confrontados com algo diferente, ficam desconfiados, sentem-se intimidados, recuam e torcem o nariz. Se esse algo diferente permanecer durante algum tempo, assumem uma posição de defesa/guarda. Mas se esse algo diferente recuar ou desaparecer, então voltam ao seu eu normal. O problema é que alguns cães, por repetição de assumirem a posição de guarda e verem aquilo que era diferente desaparecer, erradamente começam a partir automaticamente para essa posição e, se confrontados, podem partir para o confronto. Mas tal como nos cães, têm de se tomar "medidas correctivas" à boa maneira latina para que não se cometa o erro de julgar que se pode atacar de libero arbitrio voluntatis.
Gripe Suína - ou como o pânico vai com os porcos
http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2009/04/29/Swine-Flu.aspx
http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2009/apr/29/swine-flu-mexico-uk-media1
| Reacções: |
sexta-feira, março 27, 2009
MUSE - TAKE A BOW
"And burn, you will burn,
You will burn in hell, yeah you’ll burn in hell.
You’ll burn in hell, yeah you’ll burn in hell for your sins.
And our freedom's consuming itself,
What we've become is contrary to what we want
Take a bow."
Porque me tenho em alta, mas acabo por não fazer o que apregoo e acabo por magoar aqueles de quem gosto mais.
Escrevi em tempos aqui que quando agimos com base no medo e não no amor as coisas dão para o torto e confirma-se. E hoje está a bater mais forte do que sempre.
quarta-feira, março 25, 2009
Earth Hour
| Reacções: |
terça-feira, março 24, 2009
"Confissão", Leila Míccolis
Leila Míccolis |
Confissão
Dizem que o amor é cego,
não nego,
por isso te abro os olhos:
não tenho bens nem alqueires,
eu não sou flor que se cheire,
nem tão boa cozinheira,
(bem capaz que ainda me piches
por só comer sanduíches),
minha poesia é foleira,
tenho ideias de jerico,
um cio meio impúdico
como as cadelas e as gatas,
às vezes torno-me chata
por opôr-me ao que contemplo,
sei que sou péssimo exemplo,
por pouca coisa me grilo,
talvez por mim percas quilos,
eu não sei se valho a pena,
iguais a mim, há centenas,
desejo ser-te sincera.
Mas no fundo o amor espera
que grudes qual carrapicho:
são tão grandes meu rabicho
e minha paixão por ti,
que não estão no gibi...
Ao ver-te, viro pamonha,
sem acção, e sem vergonha
o meu ser inteiro goza.
Por isso, pra encurtar prosa,
do teu corpo, cada poro
eu adoro adoro adoro...
| Reacções: |
quarta-feira, março 04, 2009
Um dia vou construir um castelo....
A felicidade exige valentia.
'Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não
esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios,
incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos
problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, "um dia vou construir um castelo...".....
Fernando Pessoa - 120 anos
| Reacções: |
terça-feira, março 03, 2009
Nota biográfica
Nota biográfica
Na leitura do abismo e seus açores
Teci a minha vida, entre moinhos
Atirei-me à ventura dos caminhos
E neles cultivei as mores dores.
Jamais ultrapassei os domadores
De outra profissão senão de espinhos,
Não apurei o faro dos focinhos
Mas despertei o mito dos amores.
Embora da maldade dos tiranos
Compusesse uma ópera canina,
Eu tive a recompensa do teu ânus.
Tesão com castidade não combina
Nem fodas retardadas pelos anos:
Ser puto de mulher, eis minha sina.
| HOLANDA, Gastão de |
|
|
|
|
| 11/02/1919 – 1997, Recife Escritor, poeta e editor, Gastão de Holanda formou-se em Direito no ano de 1951. Em 1954 ganha o Prémio IV Centenário de São Paulo, com o romance "Os Escorpiões". Jovem integrante da vanguarda artística pernambucana, funda em 1954 – juntamente com Aloisio Magalhães, José Laurenio de Melo,Orlando da Costa Ferreira e Ariano Suassuna – O Gráfico Amador: pequeno atelier tipográfico que sonhava em transformar livros em objectos de arte. Com o início da ditadura militar, o grupo desfez-se. Gastão é considerado um dos pioneiros do design gráfico brasileiro, porque além da experiência com "O Gráfico Amador", foi o primeiro a ter um escritório especializado na área em Pernambuco. Obras: "Zona do Silêncio" (contos), "O Atlas do Quarto" (poesia), entre outras. |
| Reacções: |



